Pesquisar este blog

Páginas

terça-feira, 1 de junho de 2010


COMO ALCANÇAR A FELICIDADEPara começarmos, podemos dividir todo tipo de felicidade e sofrimento em duas categorias principais: mental e física. Das duas, é a mente que exerce a maior influência em muitos de nós. A menos que estejamos gravemente doentes, ou privados de nossas necessidades básicas, a condição física representa um papel secundário na vida. Se o corpo está satisfeito, praticamente o ignoramos. A mente, entretanto, registra cada evento, por mais pequeno que seja. Por isso, deveríamos devotar nossos mais sérios esforços à produção da paz mental. A partir de minha própria limitada experiência, descobri que o mais alto grau de tranqüilidade interior vem do desenvolvimento do amor e da compaixão. Quanto mais nos ocuparmos com a felicidade alheia, maior se tornará nossa sensação de bem-estar. O cultivo de sentimentos amorosos, calorosos e próximos para com os outros automaticamente descansa a mente. Isto ajuda a remover quaisquer temores ou inseguranças que possamos ter e, nos dá força para enfrentarmos quaisquer obstáculos que encontramos. É a principal fonte de sucesso na vida. Enquanto vivemos neste mundo estamos destinados a encontrar problemas. Se, nessas ocasiões, perdemos a esperança e nos desencorajamos, diminuímos nossa habilidade de encarar as dificuldades. Se, por outro lado, nos lembramos que não se trata apenas de nós, mas, que todos têm de passar por sofrimento, esta perspectiva mais realista aumentará nossa capacidade e determinação para sobrepujarmos os problemas. Na verdade, com essa atitude, cada novo obstáculo pode ser encarado como sendo mais uma valiosa oportunidade de aprimorar nossa mente! Desse modo, podemos gradualmente nos esforçar para nos tornarmos mais compassivos, ou seja, podemos desenvolver tanto a genuína empatia pelo sofrimento dos outros, quanto a vontade de ajudar a remover sua dor. Como resultado, crescerão nossas próprias serenidade e força interior.Dalai Lama
FELICIDADE REALISTA A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.Mário Quintana
Rodrigo PereiraEspecial para A Notícia
O Planalto Serrano ainda tem encantos preservados. As ondulações verdejantes da Coxilha Rica - região com cerca de 100 quilômetros de extensão cravada na serra catarinense - estão ali, do mesmo jeito, há milhares de anos, assim como o tapete de gramíneas ou os capões de mata de araucária. Uma planície ondulada a perder de vista, formando um cenário similar ao das estepes asiáticas, das savanas africanas ou dos pampas gaúchos."É uma região totalmente preservada, que há séculos serve apenas como pastagem natural para a criação de gado", afirma o escritor Paulo Ramos Derengoski. Segundo ele, o homem ainda não fez interferências no local, alterado apenas pela ação do tempo e dos fenômenos naturais que açoitaram o Planalto Serrano ao longo dos anos. A Coxilha Rica é marcada pela regularidade das planícies que a compõem. Vista do alto, ela é, na verdade, uma só planície, uma plataforma num dos pontos mais altos do território catarinense - entre mil e 1,2 mil metros acima do nível do mar. Uma enorme chapada no topo de Santa Catarina, onde o horizonte é longínquo e regular, e o campo de visão é de 360 graus. A vista estende-se por quilômetros, e como no mar, vai até o ponto em que os olhos percebem apenas o céu tocando a terra, sem diferenciação de cor, textura nem formas. Ver o pôr-do-sol ali é, sem dúvida, uma experiência para jamais ser esquecida. Há também rios e riachos de água limpa e cristalina - como o Pelotas, Pelotinhas, Penteado, Lageado Bonito e Lava-tudo -correndo sobre lajes de pedras expostas ao sol do Planalto. Uma paisagem onde, há mais de 200 anos, já pastava o gado selvagem que escapara dos confinamentos espanhóis na Argentina.O solo da Coxilha Rica é pouco profundo, pedregoso, não muito fértil e coberto de gramíneas, que no inverno secam com a geada e com o forte vento minuano vindo do Sul. "Com a iluminação da Serra do Rio do Rastro, as coxilhas catarinenses serão conhecidas como as mais belas do mundo", aposta o ambientalista Paulo Ramos Derengoski. A principal atividade econômica desenvolvida na Coxilha Rica é a pecuária. Há séculos cria-se gado na região, que concentra a maior variedade de raças bovinas de corte do País. Uma das primeiras vias terrestres de ligação entre o Sul e o Sudeste do Brasil, construída no século 18, passava pela Coxilha Rica.
Joinville - Casada há oito anos, a empregada doméstica, de 36 anos, não aguentou as ofensas e os maus tratos do segundo marido. Seus filhos foram os primeiros a sentir o temperamento duro e às vezes arredio do companheiro. A gota d'água veio depois de agressões verbais que ela sofreu. Procurou o Centro de Atendimento à Vítima de Crime (Cevic), inaugurado em Joinville há um ano pela Secretaria de Justiça e Cidadania. Agora, recebe tratamento psicológico e estuda uma ação de separação. "O Cevic me ajudou muito nesta hora difícil", diz.O nome da doméstica foi mantido em sigilo por sua própria solicitação. Não quer ser humilhada ou alimentar uma fúria ainda maior de seu atual companheiro. Já está sofrendo o suficiente. A crise no casamento começou pelos maus tratos do marido aos seus dois filhos. Aguentou os episódios, calada, sem reclamar, durante alguns anos. Até o momento em que as brigas ultrapassaram seus limites. "Não tinha a quem recorrer. É um momento difícil. Estava recebendo agressões verbais e as crianças estavam com problemas na escola. É uma barra", relata.O caso da doméstica engrossa a lista de atendimento do Cevic em Joinville. Em um ano de funcionamento foram 1.780 atendimentos. A grande maioria (95%) são mulheres que chegam no escritório denunciando a violência doméstica. Conforme o coordenador Élio João de Sousa, em média os casos são enviados pela Delegacia da Mulher. Dentro desse quesito de violência doméstica estão todos os tipos de agressão, seja física, psicológica, sexual ou simplesmente negligência. Os restantes dos atendimentos no centro são casos de abandono, acidentes de trânsito, ameaças e tentativas de homicídio. Há casos também de homens que procuram auxílio para uma separação. O atleta Carlos Roberto Sestrem, 40 anos, ficou casado por 15 anos. Segundo ele, houve maus tratos e por ser cego, a situação ficou mais grave. Sestrem recebe desde janeiro ajuda com assistência social, psicológica e jurídica. "A vantagem é que o atendimento é gratuito. Esperei muito tempo, mas agora irei entrar com a ação de separação", conta.A principal reclamação de Sousa é que as pessoas não conhecem o serviço do Cevic. Santa Catarina é o único Estado do País que conta com esse tipo de atendimento em cidades do interior. Em Joinville o atendimento ainda é tímido, segundo o coordenador. Esse fato acontece justamente devido ao pouco conhecimento da população sobre o serviço. "Embora nós sempre estejamos na mídia para informar, as pessoas desconhecem que existe um Cevic em Joinville", entende.Ao completar um ano de funcionamento o órgão trabalha das 8 ao meio-dia e das 14 às 18 horas, de segunda à sexta-feira, na rua Dona Francisca, 340, 2º andar. A equipe é formado por uma assistente social, uma psicóloga e um advogado. O telefone para contato é o 423-3435.


por do sol no rio grande do sul


pampa gaucho

No inverno no pampa gaucho chove muito e cai muita geada especie de neve fina que cobre as vegetaçoes com muito gelo.

segunda-feira, 31 de maio de 2010


cheia do rio ibicui em rosario do sul rs


foto da enchente em rosario do sul rs